Prefeitura do Rio aperta o cerco contra bares e restaurantes por causa de aglomerações

Em um final de semana de pouco Sol, praias vazias e até fumaça oriunda das queimadas do Pantanal, a prefeitura do Rio de Janeiro decidiu intensificar a fiscalização em bares e restaurantes que estavam promovendo concentração e aglomeração de pessoas nos últimos dias. O foco da Guarda Municipal, da Vigilância Sanitária, da secretaria de ordem pública e da secretaria de fazenda foram foram polos gastronômicos, bares e restaurantes das zonas norte, sul e oeste da capital. A Prefeitura está preocupa com as aglomerações chamadas de irresponsáveis pelo prefeito da cidade, Marcelo Crivella, em tempos de pandemia. Equipes da Vigilância fizeram 28 inspeções em bares, casas de shows, quiosques e, pelo menos, cinco locais foram fechadas. Além disso, oito foram multados e quatro interditados.

A secretaria de Fazenda visitou 40 estabelecimentos na Barra da Tijuca, Leblon e Copacabana, sendo que 13 foram autuados pelo uso de mesas e cadeiras nas calçadas e porque estavam funcionando em desacordo com o alvará de funcionamento. As equipes também autuaram uma festa que estava acontecendo sem autorização em um hotel da zona oeste da capital fluminense. A Guarda Municipal multou mais de 200 pessoas que estavam sem máscara de proteção facial. Nas praias, com mormaço no sábado e um nevoeiro, 22 ambulantes estavam atuando irregularmente e foram retirados pelos fiscais. Além deles, dois barraqueiros foram multados por oferecer cadeiras e barracas para banhistas, o que continua proibido na orla do Rio de Janeiro. A Guarda Municipal informou que já aplicou mais de sete mil multas sanitárias, sendo 81% em pessoas que estavam sem máscara de proteção. Além disso, quase 400 aglomerações foram reprimidas pelos fiscais da prefeitura.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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