Sem máscaras, visitantes lotam a Salgadeira em MT no domingo e administração diz que vai aumentar fiscalização das regras


A entrada no rio é controlada e somente quando está na água o banhista pode ficar sem a máscara. Quando sai, deve colocar o acessório de volta. Lotação na Salgadeira
TVCA/Reprodução
O Complexo da Salgadeira, que fica entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, estava movimentado nesse domingo (16), por causa do calor intenso. Muitos turistas estavam sem máscara, o que é obrigatório.
O ponto turístico fica no Parque Estadual Chapada dos Guimarães e, por estar no território de Cuiabá, segue as normas previstas em decretos da capital. Uma delas é o funcionamento com 70% da capacidade e o uso de máscara.
A entrada no rio é controlada e somente quando está na água o banhista pode ficar sem a máscara. Quando sai, deve colocar o acessório de volta.
Na entrada do complexo é preciso passar álcool nas mãos e aferir a temperatura corporal, mas, apesar do pedido dos funcionários, algumas pessoas acabam entrando sem máscara. O que também chama a atenção é a grande circulação de pessoas. No entanto, segundo o administrador do complexo, a capacidade de visitantes está reduzida.
Alguns cartazes alertando para a obrigatoriedade do uso de máscara estão espalhados pelo local, mas muitas pessoas parecem não perceber os avisos e circulam sem a proteção por todos os espaços.
Com tanta gente, fica difícil para a equipe de fiscalização que atua no complexo controlar tudo.
Nas escadarias que dão acesso à cachoeira da Salgadeira, principal atrativo do complexo, existe uma placa indicando o limite máximo de 23 pessoas por vez na cachoeira, só que na prática a medida não é cumprida.
No poço formado pela bela queda d’água, muita gente toma banho ao mesmo tempo.
A administração do Complexo reforçou que atua para evitar aglomerações e que exige o uso de máscara, mas que algumas pessoas resistem e, quando são flagradas, são advertidas e, caso persistam, são convidadas a sair do local. Informou ainda que vai colocar mais placas e reforçar o número de pessoas para controlar melhor o respeito às normas de biossegurança contra a Covid-19.

Compartilhe